Posts Tagged ‘Estabilidade

04
ago
09

Não seja um atirador!

Ficar trocando de emprego com muita frequência pode acabar lhe trazendo mais problemas do que benefícios. Muitas pessoas não pensam duas vezes antes de aceitar uma nova oferta de emprego, algumas vezes com um retorno financeiro pouco vantajoso, em busca de aumentar sua renda mensal. Entretanto, não sabem ou não se dão conta, do quanto isso pode ser desgastante para sua imagem profissional.
Segundo pesquisa da Catho Online, a troca constante de emprego é mal vista por 84% dos gestores das empresas brasileiras. Isso sinaliza, claramente, que para as pessoas que decidem as contratações, a estabilidade nos empregos anteriores é uma mostra de maturidade pessoal e profissional, o que é muito valorizado.

Disparando sem controle

Disparando sem controle

Eu, particularmente, já vivi casos em que havia contratado um profissional e cerca de 3 ou 4 meses após, em um novo processo de contratação, recebi novamente o currículo desse mesmo profissional, demonstração clara de que ele ou não estava satisfeito com a empresa ou era um desses “atiradores”.
Não prejudique sua carreira. Se ao analisar o seu currículo um recrutador entender que você dá mais importância ao “crescimento financeiro” (muita vezes, nem tanto) do que ao crescimento profissional, ele não terá segurança em lhe fazer uma oferta de emprego e você poderá perder uma ótima oportunidade.

Abraço,
Eldo Lucas

22
jul
09

Estabilidade é você quem faz!

Em momentos difíceis, como o que estamos atravessando, com empresas vendo seus lucros serem reduzidos, suas metas não sendo atingidas e ficando clara a necessidade de cortes/reduções de despesas, muitos profissionais ficam de “cabelo em pé”, com a preocupação de serem ou não demitidos. Muitos, em situações assim, pensam que o melhor que poderiam desejar era serem funcionários públicos, com remunerações polpudas e a tão sonhada “estabilidade”.
A esses profissionais, sugiro parem para pensar e avaliem o quanto são realmente necessários para a empresa que trabalham. Não digo apenas para avaliarem se são os “bambambans” nas suas funções, se detém conhecimento de negócio ou de determinada tecnologia necessária para causar na empresa o temor de sua falta, mas sim se são pessoas com facilidade de relacionamento, motivadoras, que sabem mobilizar suas equipes, que procuram alcançar seus objetivos de forma ética, que preferem ajudar os colegas a resolverem seus problemas do que apontar culpados, que façam questionamentos objetivos, que não se sintam sempre “os perseguidos”, mas que não procuram avaliar o quanto isso é verdade e se existe um motivo para isso.
Você pode ser um profissional qualificadíssimo técnicamente, mas se não souber trabalhar a favor da empresa, você não pode se considerar “seguro” no emprego. De nada adianta para a empresa ter um excelente técnico, mas que desestrutura o restante da equipe e lhe causa problemas maiores do que preencher uma vaga técnica. É necessário saber homogeneizar suas qualificações técnicas com sua capacidade de relacionar para poder se considerar “estável”.

Abraço,

Eldo Lucas

Estabilidade é você quem faz!
Em momentos difíceis, como o que estamos atravessando, com empresas vendo seus lucros serem reduzidos, suas metas não sendo atingidas e ficando clara a necessidade de cortes/reduções de despesas, muitos profissionais ficam de “cabelo em pé”, com a preocupação de serem ou não demitidos. Muitos, em situações assim, pensam que o melhor que poderiam desejar era serem funcionários públicos, com remunerações polpudas e a tão sonhada “estabilidade”.
A esses profissionais, sugiro parem para pensar e avaliem o quanto são realmente necessários para a empresa que trabalham. Não digo apenas para avaliarem se são os “bambambans” nas suas funções, se detém conhecimento de negócio ou de determinada tecnologia necessária para causar na empresa o temor de sua falta, mas sim se são pessoas com facilidade de relacionamento, motivadoras, que sabem mobilizar suas equipes, que procuram alcançar seus objetivos de forma honesta, que preferem ajudar os colegas a resolverem seus problemas do que apontar culpados, que façam questionamentos objetivos, que não se sintam sempre “os perseguidos”, mas que não procuram avaliar o quanto isso é verdade e se existe um motivo para isso.
Você pode ser um profissional qualificadíssimo técnicamente, mas se não souber trabalhar a favor da empresa, você não pode se considerar “seguro” no emprego. De nada adianta para a empresa ter um excelente técnico, mas que desestrutura o restante da equipe e lhe causa problemas maiores do que preencher uma vaga técnica. Ou seja, você precisa saber homogeneizar suas qualificações técnicas com sua capacidade de relacionar para poder se considerar “estável”.